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_ Do afeto:

_ quarta-feira, 24 de dezembro de 2008 | 07:14 | 5 Comentários


Ontem a tarde, uma amiga, em meio a uma conversa, disse-me algo que eu realmente não imaginava. Ela me disse que nunca gostara de mim. Mas que apreciava a nossa amizade. Confuso? Não, apenas não muito comum. Disse-me que desde o momento que nos conhecemos, meio que por acidente, tinha aprendido a me "suportar" e que o fato de eu ser uma pessoa interessante, diferente das que ela estava acostumada, tinha sido o que fizera ela manter-se próxima a mim. Disse-me que acabara por estes dias descobrindo certa afeição por mim. Nada demais, apenas a amizade que eu acreditava que encontrava nela há muito tempo. Confesso que para mim esta "revelação" foi muito divertida, juro. Há um bom tempo venho afirmando a todos que não me importo se as pessoas gostam de mim, desde que me deêm o que quero. No entanto, fiquei surpreso em encontrar verdade na minha frase, nunca tinha tido uma situação para provar a mim mesmo a verdade que ela continha. Esta amiga, mesmo que não gostasse realmente de mim, me proporcionou boas conversas, ótimos livros, e conhecimento sobre política e sistemas sociais que não poderiam ter vindo de forma mais agradável. Para isso me bastou ser quem eu sempre fui. Então, agora mais do que nunca resolvi não me importar mais com o afeto alheio. Sempre haverão outras formas de conseguir o que quero.

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