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_ do medo -e ignore a prolixidade

_ sexta-feira, 20 de novembro de 2009 | 12:25 | 2 Comentários


Eu estava novamente numa dessas minhas crises existênciais que, ao menos assim espero, terminarão assim que eu encontrar a árvore.

E, na busca por autoconhecimento; na busca de uma maneira de tornar essas crises um pouquinho mais agradáveis, comecei a pensar sobre aquelas palavras inescapáveis.
Lembro que há algum tempo cheguei à conclusão de que uma das mais importantes é o medo.
É notável como ele está presente em todos os momentos da nossa vida.

Então comecei a pensar quais seriam os meus medos pois, segundo dizem por aí, todos temos medos. Nunca tive medo de cobras, de trovões, de tubarões, de ladrões, de serial killers, de fantasmas.

Só tenho medo de três coisas: Do telefone, de mim, e do cabelo da professora de português.

Tenho fonofobia e já desisti de lutar contra isso. Tenho medo daquele cabelo e vou acabar com ele saindo do colégio. E, bem, tenho medo de mim.

Tenho medo do quê eu sou, do quê me faz ser quem eu sou, medo do quê eu posso vir a ser.

sei lá.

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